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Mamãe, mamãe, mamãe, eu te vejo chinelo na mão...

O título vem de uma música de dia das mães um tanto quanto medonha, que alguém, que provavelmente tinha problemas com a própria, escreveu em um dia de pouquíssima inspiração (a próxima frase é: o avental todo sujo de ovo... medo, muito medo).

É por isso que eu digo: Não tem o que falar (ou são 3 da manhã e você deveria mesmo era estar dormindo), só mostre umas fotos e fique quieta:

Os sapatos aposentados, que vão ocupar outros pés de bisnaguinha. Eu tentei usar o quanto pude, amassar o pezinho, deixar o calcanhar de fora, mas quando comecei a pensar em cortar uns dedinhos achei que era a hora de deixá-los ir... e o que mais é a maternidade se não saber deixar ir...

A tampa da caixinha de presente, feita na escolinha: " Fui eu que desenhei sozinho mamãe!" -
" Ai que coisa mais linda filho!! É a mamãe, você e a Nina?" - " Não, essa do lado é uma ladybug (joaninha), ah, e um arco-íris" -- Pra provar que mãe realmente não sabe de tudo.

Com estes pensamentos, feliz dia das mães pra todas as blogomamas tão queridas por aí!!
E especialmente pra minha mãe, é claro, para quem, na impossiblidade de levar café da manhã na cama, fiz uma poesia em video coletivo com meus irmãos (porque mãe que é mãe acha tudo lindo) e para minha amiga Márcia, passando seu primeiro dia das mães como mãe do Leozinho...